Possuindo um incomensurável acervo de informações históricas, passando de 11 mil assuntos (entre eles, mais de 300 dados biográficos de pioneiros santanenses e mais de 500 fotos históricas que registram o crescimento demográfico e social da cidade portuária do Amapá).



quinta-feira, 6 de maio de 2010

06 de Março

1985 – O médico Judas Tadeu de Almeida Medeiros é nomeado Secretário Municipal de Saúde de Macapá.

1987 – Um grupo de senhoras, mães e jovens que residem na Vila Maia, fundam o “Grupo de Voluntários União de Santana”. Primeiro presidente é Oneide Goimes da Silva.

05 de Março

1953 – Em audiência com o ministro Dr.º Souza Lima (Viação e Obras Públicas), o governador do Território do Amapá, Capitão Janary Nunes, acompanhado do deputado federal Coaracy Nunes, solicita que seja encaminhado ao Presidente da República Getúlio Vargas, o contrato de concessão da estrada de ferro entre as minas manganíferas de Serra do Navio e o futuro Porto de embarque de minérios, a ser levantado em Santana.

1980 – O Governo do Amapá e a Caixa Econômica Federal (CEF) assinam convênio para a aplicação de recursos do Programa Especial de Módulos Esportivos (PEME), destinado à implantação de uma unidade de Módulo Esportivo na Vila Dr. Maia, em Santana.

1992 – Iniciado o período letivo na rede municipal de ensino em Santana com 4.915 alunos matriculados. Na solenidade de abertura das aulas, realizado na sede social do Independente Esporte Clube, os alunos recebem materiais e uniformes gratuitamente (incluindo kit completo de material escolar e 01 camisa da escola). Os materiais são doados para alunos de pré-escolar à 8ª série.

1993 – No Teatro das Bacabeiras, por ocasião da 16ª Reunião do Conselho Administrativo da Suframa, é instalado oficialmente a Área de Livre Comércio de Macapá e Santana (ALCMS), projeto de autoria do Senador José Sarney (PMDB), aprovado na Câmara e Senado Federal.

1996 – Desembarca no Aeroporto Internacional de Macapá, uma aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB), trazendo equipamentos para montagem do circo-escola de Santana, projetado pela Secretaria Municipal de Cultural, Desporto e Lazer de Santana (Semcdel). À princípio, o grande local para montagem do referido circo-escola do município seria atrás do Ginásio Poliesportivo de Santana.

2000 – Eleita a nova diretoria da Associação de Moradores do Bairro Fonte Nova (AMBFN), onde 03 chapas (amarela, vermelha e branca) concorreram ao pleito. No final, a chapa “Força Popular” (amarela), encabeçada por Ana Cristina Medeiros, vence por 372 dos 697 votos totalizados na entidade.

2008 – Por determinação da Superintendência de Transportes e Trânsito de Santana (STTrans), é instalado um sistema de sinalização no cruzamento da Rua Ubaldo Figueira com a Avenida Princesa Isabel, como forma de melhorar o tráfego nesse trecho. O sistema conta com 02 semáforos aéreos e faixas para pedestres.

04 de Março

1967 – Prefeito de Macapá, Douglas Lobato, inaugura o novo prédio do Ginásio Municipal de Santana, batizando-o com o nome “Ginásio Augusto Antunes”. Na mesma ocasião, o prefeito autoriza a reativação das obras de construção do Posto Médico da Vila Dr. Maia.

1997 – A Drª Elayne da Silva Ramos Cantuária toma posse de Juíza de Direito da 2ª Entrância da Comarca de Santana.

03 de Março

1966 – Iniciada as obras de construção do Ginásio Municipal de Santana (atual Escola Estadual Augusto Antunes). A obra teve colaboração do Ministério da Educação (através do CADES) e do Governo Territorial do Amapá, e a ICOMI cedeu 20 funcionários de nível superior para formação do corpo docente que participa da elaboração dessa obra.

1967 – Padre Antônio Lúvio deixa o cargo de Coadjutor da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro (na Vila Amazonas), sendo enviado para a Diocese de São Paulo (SP).

1993 – Começa a funcionar a primeira Unidade Termelétrica de Santana.

02 de Março

1951 – Governador do Amapá, Capitão Janary Nunes inspeciona os serviços de construção do futuro Porto de Santana, observando minuciosamente o seu andamento e determinando várias providências para sua imediata conclusão. Deixando o Porto de Santana na lancha “Amapá, o governador e sua comitiva atracaram no trapiche do Orfanato “São José”, situado na Ilha de Santana, que abriga até então 24 meninos órfãos do Território.

1969 – Padre Fúlvio Giulliano é ordenado ao cargo de sub-diácono, pela Prelazia de Macapá. O ato é celebrado pelo Bispo Dom José Maritano. O sub-diaconado é a ordem da definitiva consagração a Deus, com a emissão dos votos de castidade e de obediência.

terça-feira, 27 de abril de 2010

01 de Março

1984 – Iniciado os trabalhos de construção da nova Igreja de Nossa Senhora da Conceição numa área referente à 04 lotes na Avenida Castro Alves. A Antiga Igreja é reduzida para usos profanos e anexada, como oficina-escola à Casa da Hospitalidade para a educação de excepcionais.

1992 – Início da validade do contrato assinado entre a empresa Amapá Celulose e Papel Ltda (Amcel) e a Companhia Docas do Pará (CDP) para uso do cais portuário em Santana durante 10 anos.

1998 – Começa a vigorar a exigência de padronizar os táxis de Santana com uma faixa quadriculada nas laterais, sob uma ordem repassada pelo então Departamento Municipal de Transportes Urbanos de Santana (atual STTrans).

terça-feira, 9 de março de 2010

PORTO DE SANTANA - Poesia

Na semana que passou estive organizando alguns assuntos de meu extenso arquivo historiográfico sobre os primórdios de Santana e acabei me deparando com este poema, publicado originalmente no jornal “O AMAPÁ” do dia 13 de fevereiro de 1955 (edição 608), de autoria do escritor-poeta Álvaro da Cunha, que descreve um pouco daquilo que poderia ser nossa referência portuária para a toda a Amazônia e o Brasil, se as autoridades dessem um pouco mais da necessária atenção.

Leia:


PORTO DE SANTANA

Porto mestiço,
Meio rio, meio mar
Ao mesmo tempo ilha e continente.
Pulmão do mundo.
Aberto, de repente,
Para a terra ansiosa respirar.
E o ferro, e o aço,
O encontro jugular das ligas,
Na soldagem da estrutura –
São velas de engenhosa contextura,
Para o sangue da terra circular...


Porto do Norte,
Porto Boreal,
Geometria de fórmulas vencidas.
És rude, em tua dureza de metal;
Sinistro, em tuas pranchas desmedidas.
Mas teus essa doçira universal
De um amplo e meigo abraço cardeal;
De estação de regresos e partidas.


E é assim que eu te amo,
Porto amigo, que surpreendo
Implácido e romântico,
O Amapá transformando-se,
Contigo, numa esquina amazônica
Do Atlântico...


Nas cores das bandeiras que exibirem
Os mastaréus dos barcos carregados,
Verei pátrias surgirem e ressurgirem
De “mares nunca dantes navegados”.


E o amor,
O velho amor dos litorais,
Amor em trânsito, amor em despedidas,
Há de escrever em versos,
Sobre o cais,
Mensagens de outros povos de outras vidas.


Saudade vão ficar, ficando a amarga
Lembrança de ilusões não conluídas!
(mas em todos os portos, repetidas,
No intervalo da carga e da descarga)...